Cada perfil tem riscos e prioridades diferentes na sucessão. Veja como a Heaven se aplica ao seu caso.
Sem planejamento, a transmissão de bens após um falecimento pode levar anos em inventário judicial, com custos altos e desgaste entre herdeiros.
Separar o patrimônio pessoal do empresarial protege a continuidade do negócio em caso de sucessão, disputa societária ou separação conjugal.
Quem tem múltiplos imóveis e recebe aluguéis costuma pagar mais imposto do que precisaria — e considera uma holding para otimizar isso.
A sucessão de propriedades rurais exige atenção à continuidade produtiva — a fazenda não pode parar enquanto o inventário tramita.
Investimentos, previdência, seguros e ativos internacionais têm regras próprias de sucessão — muitos ficam fora do inventário quando bem estruturados.
A Heaven é o motor de cálculo e a gestão de clientes que faltava no seu escritório: diagnóstico automático, simulações, geração de documentos e cobrança, tudo em um só lugar.
O contador participa da estruturação patrimonial analisando o impacto fiscal de holdings, regimes tributários e execução de estruturas societárias.
Escritórios de advocacia ganham uma operação inteira de planejamento patrimonial: aquisição, atendimento, execução e cobrança organizados em um único sistema.